Quando a polícia faz apreensões, com quem fica o prejuízo?
A redação do rota51.com, sempre tem recebido e publicado as matérias policiais que são enviadas por todos os batalhões, companhias independentes da PM, e pela polícia civil, sobre apreensão de drogas, armas, munições até mesmo rádios comunicadores, mas a pergunta é uma só: “e o prejuízo como é que fica”? Porque sempre tem um chefe, um comando e o soldado; geralmente tudo isto é apreendido é sempre nas mãos dos soldados, e quando um chefe é preso, na realidade ele não é tão chefe assim, como é que fica?
A polícia sempre tem saído atrás de pegar tudo e prender todos, é certo que isto tem muita relevância, mas quando é feita uma apreensão, existe sempre um prejuízo, e o pior, os usuários cada vez pagam mais caro para cobrir o prejuízo pelas apreensões.
Só para exemplificar, no dia 02/10, o DENARC e a 14ª CORPIN de Irecê, na região de Ibipeba, destruíram em uma fazenda de 50 hectares, uma plantação de 4 hectares de maconha na operação AMORDÇAR fase II, (matéria do rota51.com), Esta fazenda deveria ser doada ao MST para a agricultura familiar, o prejuízo seria ainda maior.
Recentemente a polícia apreendeu fuzis, sacos de munições e isto não é tão barato assim, mas uma coisa se pergunta: o que antigamente era prioridade do exército, hoje está nas mãos de menores que nem sabem o poder bélico que ele tem, e diante de tantos impostos pagos, e por sinal mal aplicados, quem está na pior situação?; é o povo que paga impostos, ou os traficantes cada vez mais armados, que em contraste com a população que trabalha, mal se sustenta, mas paga alto preço pela falta de retorno de um governo que, do alto do seu poder, vê tudo e impassível, não dá ao povo a assistência que ele precisa. A polícia faz o que pode, sempre busca a sua melhor e maior eficiência, mas o povo continua apreensivo com as decapitações que agora estão virando moda, mas tem um ditado que diz: Quem vota mal, tem o governo que merece.
O ensino vai muito mal, pode melhorar, mas não interessa o governo.
Antigamente, o aluno entrava na escola, nu, cru e analfabeto, mas aprendia, o ensino era rígido, o professor ou a professora ensinava como se fosse um visionário ou visionária, prevendo um futuro quase certo, e que poucos se desviavam dele, sobretudo porque o aluno ou aluna, aprendia sobretudo a respeitar o mestre, hoje diretoras agridem professoras, numa demonstração que “respeitar não é preciso”, o aluno falta pouco bater nas professoras e, ninguém faz nada, o medo é o maior professoras das salas de aulas e, ninguém faz nada, se a diretora agride, o direito se torna de todos, ninguém faz nada, as denúncias são feitas e fica tudo por isto mesmo. Antigamente existiam 2 matérias, OSPB “Organização Social Politica Brasileira” e Moral e Cívica; os pais tinham, certeza de que seus filhos além de saírem “letrados”, como se diziam antigamente, saíam cidadãos ou cidadãs, hoje tudo mudou, o governo tirou matérias importantes do currículo escolar, estão deixando tudo correr a revelia; professores, fazem o essencial e no final o aluno não pode ser reprovado, ou seja, na escola pública o aluno competente ou não, tem que ser aprovado, assim manda o conselho de classe, esse é o país que governo quer. Um projeto do governo, de que o aluno que pertence a uma família também pertencente ao programa Bolsa Família, e que este, ao agredir um professor, a família perderá o direito ao referido programa, será que passa? é esperar pra ver.
Ônibus de transporte popular, o horário existe, mas nem sempre é obedecido…
Às vezes a culpa não é tanto da empresa, é que o trânsito da cidade está o pior possível. Quando se diz que DEUS é brasileiro, é mentira, DEUS É EUNAPOLITANO, e o melhor, onde não existe respeito pelas leis de trânsito e nem pelo outro, o trânsito de Eunápolis é um DEUS nos acuda, motoqueiros de entrega de lanches, ultrapassam carros em zigue zague a qualquer hora do dia ou da noite, sem sequer imaginarem que num acidente assim se não morrerem na hora, vão passar um bom tempo cheios de ferragens nas pernas ou braços e por este tempo ficarão sem trabalhar, mas falta câmeras, a patrulha de trânsito inoperante vê tudo com a impassividade de que se estivessem em uma cidade com trânsito totalmente perfeito, são carros parados em fila dupla e os motoristas em lojas, sem sequer imaginar o que diz as leis de trânsito, e quando acontece algum acidente, inicia-se uma briga pra saber “de quem é a “preferência” antigamente tinha e hoje não trem mais uma perícia para os levantamentos do momento. Mas quando um morre, a família nem imagina as peripécias feitas no trânsito, e uma das coisas que jamais deveria ter acabado em Eunápolis foi a “zona azul”, brigam para não ter e, agora brigam pra que ela volte, pois por aí irá começar uma maior fiscalização e observância no trânsito, se com auto escolas a coisa é ruim, sem estas, os pseudos motoristas ficarão ainda pior. E aí, como vão ficar os “tocadores” De motos e carros e trem mais, as bicicletas, os pais dão aos filhos as bicicletas, mas se esquecem de ensinar que as bicicletas também são veículos, as crianças brincam de “quem vive ou quem morre” e os adultos, mesmo na contra mão, se acham donos do mundo.
