A recepção foi altamente receptiva e educada, os visitantes ficaram muito entusiasmados, pois foram recepcionados com um alto grau de educação, e tiveram um diálogo aberto, em torno da proteção à mulher e desta vez, a “mulher cigana”.
O anfitrião da comunidade e chefe do clã, foi o cigano Lindomar Almeida Ramos, sendo todos da etnia “KALON”.
Durante todo tempo em que estiveram reunidos, a conversa foi aberta e, versou sobre a vida, a cultura, o casamento cigano a partir dos 15 anos cigana, como é o namoro cigano, a vestimenta das mulheres, de como os vestidos são confeccionados em Vitória da Conquista por uma estilista especializada, as ciganas compram os tecidos e adereços e a estilista confecciona as vestimentas.

O assunto principal, foi a violência contra a mulher, neste caso contra a mulher cigana e foi explicado a responsabilidade dos pais e avós dos jovens casais até completarem a maioridade, quando então, eles tomam conta da própria vida, mas sempre com a supervisão dos mais velhos e do chefe do clã.

Depois chegou o porta voz do clã, Ringo Marques que junto da cigana Sheila, e que no final do encontro falaram em uma entrevista muito descontraída para o rota51.com, falando sobre a etnia, cultura, vestimentas, obediência e sobretudo na rua em que moram, Sheila disse que antigamente era Toninho despachante que sempre deu uma atenção especial, à rua Alexandrita 340, e por isto pedem ao prefeito Robério que dê uma atenção especial ao bairro Sta. Isabel e em especial a referida rua, por terem casas de alto padrão, mas vicem ou no barro ou na poeira.

As mesmas autoridades que estiveram no fórum pela manhã, estiveram na residência de Lindomar Almeida Ramos, para esta reunião, onde assuntos específicos foram discutidos, sendo que um dos assuntos mais recorrentes foi “o preconceito”, isto pelo fato de terem uma cultura especifica, saberem conviver com a cultura da sociedade, mas não serem aceitos pelos demais povos, mas segundo Ringo, isto aos poucos está mudando, mas a cultura cigana de forma interna persiste.
Depois do encontro, foi servido um almoço, que na realidade foi mais um banquete, pois para os ciganos, terem recebido a justiça baiana em sua casa, foi um dia totalmente diferente da rotina diária.
Vejam a entrevista com os ciganos na visita da justiça baiana:













































































