A emancipação do antigo povoado “64”, tido como o maior povoado do mundo, emancipou-se em 12 de maio de 1988, de lá para cá, aconteceram várias mudanças e, dentre elas a eleição de muitos prefeitos, alguns fizeram alguma coisa, outros nem tanto, mas o que se vê é que, Eunápolis cresceu muito, poderia ter crescido muito mais, se não fosse a politica porca e suja, que muitos impuseram após suas eleições e, isto fez com que o que já tinha sido o maior povoado do mundo, não crescesse o que deveria ter crescido, mas agora não já não cabe mais falar do passado, agora só o presente importa e o futuro deve ser muito bem pensado e repensado, tanto pelos políticos como pelos eleitores.
O roa51.com saiu às ruas e fotografou muitas coisas importantes e interessantes, tais como hospitais, colégios, o chamado distrito industrial, que ainda tem muito espaço e, que precisa ser preenchido, principalmente por industrias, que produzem e geram empregos, embora um homem que se diz importante, tenha dito que o “tráfico de drogas emprega gente”, mas falar o que né? Se ele mesmo comprou de uma empresa os respiradores que nunca chegaram à Bahia, e3 que cuja comporá, foi feita através de uma empresa que vende maconha, é por isto, que Eunápolis sofre, mas mesmo assim, ainda existem homens de berço, pulso, inteligência que ama esta terra, como se fosse o seu berço próprio.
Pra contar parte desta história, vamos começar por uma pessoa que iniciou o que é hoje, através do setor legislativo de Eunápolis, e que hoje, tem sobre os ombros um peso imenso, por ser desde o começo da Câmara Municipal, por ser hoje o Diretor Legislativo da Câmara Municipal de Eunápolis, ele é Milton Romualdo Guerreiro, mineiro de nascimento, mas baiano de coração, pois para desempenhar esta função, a competência tem que ser do tamanho do seu coração, ouçam Milton Guerreiro, que nas horas de folga, ainda é sanfoneiro, compositor e forrozeiro:
As entrevistas continuam, e nas comemorações dos 34 anos de emancipação de Eunápolis, o nosso próximo entrevistado será Amós Bispo Pereira, o homem que quando foi vereador e presidente da Câmara Municipal, desafiou as leis existentes à época e construiu a atual sede da CME, já que a Câmara vivia de alugueis e constantemente se mudava, mas quem vai contar esta história é Amós Bispo Pereira.
