Itabela: Polícia Civil cumpre mandado de prisão
A Polícia Civil, através da Delegacia Territorial de Itabela, durante investigação de homicídio, efetuou na data de hoje a prisão de uma mulher de 35 anos por suspeita de envolvimento na morte de seu irmão, ocorrida recentemente no município.
As investigações revelaram que a presa teria enviado mensagens de áudio para terceiros manifestando desejo de morte contra a vítima. O conteúdo das mensagens, que circularam nas redes sociais, demonstra possível participação ou instigação no crime de homicídio.
Durante o inquérito policial foram coletadas evidências, incluindo análise de mensagens eletrônicas, áudios e quebras de sigilos telefônicos e de dados telemáticos. As apurações revelaram ameaças explícitas contra a vítima e possível motivação relacionada a conflitos familiares preexistentes.
O caso envolve questões familiares complexas e denúncias cruzadas entre os envolvidos. A investigação apura tanto as circunstâncias da morte quanto possíveis crimes conexos.
A presa permanece à disposição da Justiça. O inquérito policial prossegue para completo esclarecimento das circunstâncias do homicídio e apuração da participação de todos os envolvidos.
A Delegacia reforça o compromisso com a investigação rigorosa e a busca da verdade nos crimes contra a vida.
Homem preso em flagrante em Porto Seguro é descoberto usando nome do próprio irmão e é novamente flagranteado
A 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro identificou que um homem preso em flagrante no último domingo (28/09), pela prática de furto qualificado, utilizava a identidade do próprio irmão no momento da prisão.
Segundo a Polícia Civil, a fraude foi descoberta no dia seguinte (29/09), após o custodiado passar por exame papiloscópico realizado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). O laudo confirmou que o verdadeiro nome do preso era T. de J., de 28 anos, natural de Porto Seguro, e não S. de J. dos S., como havia declarado no ato da prisão.
Durante interrogatório, o custodiado confessou que, desde 2021, vinha utilizando identidades falsas em diversas situações. Ele admitiu ainda que era costume inserir informações falsas em documentos públicos e particulares, chegando a se passar por seus irmãos em abordagens policiais e também em atendimentos médicos, sempre com o objetivo de ocultar sua verdadeira identidade.
Diante da comprovação da fraude, o delegado responsável lavrou um novo auto de prisão em flagrante, desta vez pelo crime de falsidade ideológica, somando-se ao crime de furto qualificado já registrado.
O preso será submetido a uma nova audiência de custódia e permanece detido, à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil
Fonte: Policia Civil
