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Soldado absolvido pela justiça, fala das injustiças e, de poder estar de novo a serviço da comunidade.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
02/05/2018
in Justiça, Notícias
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Depois de estar preso por mais de 2 anos, por um crime que não cometeu, a prova disto foi a falta de provas para uma condenação, embora muita gente esperasse que ele fosse junto com os demais, condenador pelo assassinato de Mayara Marques da Silva, em uma festa no sitio do toco, o soldado da polícia militar Marcelo Santana Oliveira, depois de ouvir o promotor Dr. Dinalmari Mendonça Messias, pedir a sua absolvição por falta de provas e depois de ouvir o MM juiz Dr. Otaviano Sobrinho presidente do júri, prolatar a sentença de “absolvido”, ele  foi às lágrimas, junto com amigos e familiares, mas como réu solto, ele sempre disse à reportagem do rota51.com, que Deus era a sua testemunha e, depois de tudo, ele concedeu com exclusividade uma entrevista ao rota51.com, falando dos dias passados, de sua apreensão e da sua alegria ao se ver livre.

Marcelo, que teve contra si, a acusação de um amigo de farda, era o principal suspeito de ter desferido os tiros e ainda por cima ser o autor intelectual do crime, nesta reportagem Marcelo desabafa, principalmente para os que, o Tinham como um pistoleiro de farda, mas agora, livre, Marcelo fala de suas expectativas e do seu futuro como homem da lei.

https://www.rota51.com/home/wp-content/uploads/2018/05/AUD-20180425-WA0103.m4a

Depois a reportagem ouviu um dos maiores juristas da região, Dr. Igor Assunção, que como advogado de defesa, cumpriu seu dever, mas o promotor já havia pedido a absolvição do réu, ele apenas exemplificou qual era a conduta do réu Marcelo e a diferente conduta do Jadison Alves Moura Oliveira, que tempos depois foi morto dentro de casa na Urbis I, por bandidos, sendo que um deles já morreu.

https://www.rota51.com/home/wp-content/uploads/2018/05/AUD-20180425-WA0104.m4a

Dr. Igor traça uma linha divisória entre um bandido no banco dos réus, e um cidadão acusado por um crime que a própria justiça, reconheceu que ele, Marcelo não cometeu.

OBS: Ao contrário da gravação, quem pediu a absolvição de Marcelo foi o promotor Dr. Dinalmari e, não o Juiz.

Paulo Barbosa

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