Logo quando a máquina iniciou a derrubada do primeiro muro do Itamarzão, o rota51.com foi o primeiro a denunciar os desmandos do prefeito Robério e seu poder destrutivo, mesmo com a indignação e a reprovação de muitos ele continuou a derrubar os muros do maior patrimônio vivo da história de Eunápolis.
Apesar dos áudios recebidos pelo rota51.com, em um deles, mostra que o promotor Dr. Dinalmari Mendonça, esteve no local e viu o poder der destruição do prefeito, e ele, o promotor b em sabe, que Robério destrói e não faz nada no lugar, como foi o HRE, o Anésia Guimarães e, agora o Itamarzão, mas outro portal de notícias também entrou na divulgação de tamanha discrepância do governo Robério Oliveira em querer destruir o que ele não ajudou a construir, mas leiam o que Geraldinho Alves do Bahia40graus.com.br escreveu sobre o fato.
O que ainda não lhe contaram sobre a demolição do estádio Itamarzão em Eunápolis
Quer dizer então que, segundo disse à imprensa o prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira (PSD), na semana passada, a prefeitura tem dinheiro em caixa sobrando. Então por que deixou de construir escolas e de reformar as que estavam caindo aos pedaços, por que deixou de abastecer os postos de saúde com medicamentos essenciais e deixou de asfaltar ruas importantes para gastar mais de R$ 2 milhões no terreno particular da Liga de Futebol da cidade, que está em disputa judicial com uma família dona de uma grande imobiliária local? Isso por “amor” ao esporte. Faltou perguntar né?
Não faz sentido, da noite pro dia, a prefeitura priorizar a construção a toque de caixa de um falacioso Centro Esportivo, obra mágica que saiu da cartola do prefeito:
1 – Vai abrir ruas no centro da cidade, antes da obra de saneamento básico e sem discutir com a população, nem com os vereadores.
2 – A obra não deve ter dotação orçamentária específica prevista muito menos projeto técnico confiável.
3 – Começou a ser feita dentro do período eleitoral, onde a eleição da filha do prefeito é a maior prioridade do governo, na verdade.
4 – O prefeito não levou em conta nem mesmo a insegurança jurídica do seu cargo, ainda sob liminar e com risco de afastamento a qualquer momento.
Mas para entender o fio da meada e aprofundar o entendimento é preciso saber 1º como foi a negociata com Liga e quem é a empresa que pegou a obra. Muita coisa pode ser explicada a partir daí. Aguarde cenas dos próximos capítulos.
Textos de bahia40graus.com.br e rota51.com, fotos rota51.com,








































Bom dia…
Concordo plenamente que as coisas devem ser feitas tendo como partida a legalidade das coisas, que se deve fiscalizar e exigir que tudo que foi prometido venha a ser realizado a contento, mas, atribuir àquele “monstrengo” como “maior patrimônio vivo da história de Eunápolis”, isso aí já é apelar demais não acha? Aquele local pode ser, muito mais, bem utilizado…
Também concordo, se o município resolvesse readequar, revitalizar o Itamarzão, ele não estaria do jeito que está, e tem mais, o que está sendo feito e da forma como está sendo feita, só pra privilegiar algumas pessoas com a desculpa de melhorar, então porque não dá o Araujão em troca e de forma definitiva, o que fala mais alto é a má intenção