
Depois da leitura da ata da sessão anterior que foi aprovada, e da leitura da Ordem do Dia, o presidente da câmara, o vereador Jorge Maécio, solicitou dos vereadores especial atenção pra o projeto de lei, que havia chegado depois da elaboração da Ordem do Dia, e solicitou a anuência de todos, para a colocação ou não para votação, o que todos os vereadores concordaram, e depois disto foi feito o intervalo regimental.
No retorno aos trabalhos, no pequeno expediente, o vereador Renato Bromochenkel, abriu os debates, falando da Embasa, Renato, lembrou a todos que a privatização da Embasa, poderia ser um tiro no escuro, como aconteceu com o Hospital Regional, lembrando que a referida casa de saúde, era responsabilidade do Estado, até que fizeram a mesma coisa e o HRE nunca mais foi o mesmo, mostrando documentos e falando para todos os presentes, o que representa a privatização da empresa, ele solicitou de todos, um momento de reflexão sobre o assunto, pois ele não ganha nada em defender a Embasa, ele está defendendo apenas o eunapolitano, e disse que, muitas cidades em que a empresa foi privatizada, o fornecimento não é o mesmo e, se com a Embasa está ruim, não se pode adivinhar o que seria em outras mãos.

O vereador Zé Carlos, se pronunciou, de forma áspera, sendo frontalmente contra a Embasa e a favor da municipalização do fornecimento de água, lembrando que os rios cachoeira e Almadina, estão acabados. Zé Carlos lembrou que nestes anos todos em que a Embasa explora o serviço de fornecimento de água na cidade, nunca fez nada que viesse privilegiar a cidade, que a Embasa nunc fez nada pela cidade, só devastação, Zé Carlos, se coloca como fiel defensor da privatização pelo município, pelo fornecimento de água na região. Zé Carlos defende a privatização do serviço de águia, reflorestamento das nascentes, Zé Carlos, falou que nos governos de Neto e Robério nada foi feito no setor, e que agora no governo de Cordélia, Eunápolis, é a cidade das fossas.

Nesta discussão, também entrou o vereador Francis, que foi mais além e atacou diretamente prefeita Cordélia Torres, chamando-a de “prefeitinha e prefeita blogueira” e que agora quer privatizar o fornecimento de água e lembrou que o mesmo foi feito com o HRE hoje é uma porcaria e com mau atendimento. Francis lembrou do transporte escolar, com um edital de 6 milhões e sem aulas e o ano letivo acabando, dizendo que a empresa da licitação é uma empresa que tem no nome, “Cabrália Construtora”, que deve ser o povo de Itabela e, antes de finalizar seu pronunciamento, mandou a prefeita “tomar vergonha na cara”. E disse mais, que o HRE foi reformado pela Faculdade de medicina Pitágoras.


Artur Dapé, tentou abafar os pronunciamentos, que teve coro apenas no discurso de Zé Carlos, mas que, sem muitos argumentos diante dos discursos anteriores, teve poucas coisas a contestar, já que ele é filho do atual chefe da casa civil e esposo da prefeita, Paulo Dapé. Artur disse que buscou todas as informações passadas, em documentos e que o que ele, estava falando está baseado em fatos devidamente documentados.
No final de todas as discussões, uns defendendo a Embasa, outros acusando, foi a vez do presidente da Câmara Jorge Maécio fazer o seu pronunciamento, e com documentos nas mãos, disse que todos estão enganados, e que desde que a Embasa perdeu a concessão de fornecimento de água e não foi renovado, este serviço passou a ser do município e que a Embasa explora, sem que uma nova concessão tivesse sido feita e esta perda da concessão, aconteceu em 2016, Jorge Maécio, jogou um balde de água fria em todo mundo, quando disse que não se pode “colocar o carro na frente dos bois” que, o que tem que ser feito agora, é a regulamentação deste serviço, para que se saiba, qual outra empresa tomará o lugar para o fornecimento de água e que fará a colocação da rede de esgoto na cidade. Zé Carlos, mesmo, quando vereador em outras eras, foi o homem que andou de braços dados com o atual vice-governador João Leão, para baixo e para cima anunciou o esgotamento sanitário e até hoje Eunápolis é um queijo suíço, cheio de buracos, só buracos de fossas. E a discussão, se privatiza, se não, e o que será feito com a Embasa, agora vai depender dos vereadores, embora sejam 17 vereadores, somente Renato, Zé Carlos, Francis, e Artur Dapé e, de leve Thiago Mota, se pronunciaram, os demais ficaram calados, pareciam absortos em seus pensamentos, como se o assunto nem fosse com eles, isto demonstra o interesse, dos demais vereadores sobre a cidade, mas no fim do mês, todo mundo busca o seu e, Eunápolis é que se dane.

O projeto de lei que foi enviado na última hora, para a câmara de vereadores, foi incluído, votado e aprovado pelos vereadores, e os professores, agora terão seus aumentos devidamente concedidos.
Todos os projetos de lei e indicações enviados para votação nesta sessão foram votados e aprovados, na semana que vem, na 5ª feira, dia 18/11, além da sessão ordinária, haverá sessão extraordinária.
Próxima sessão, será no dia 18/11, às 08h30m, na Câmara de Vereadores, Av Artulino Ribeiro bairro Dinah Borges.




































