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Aconteceu nesta 4ª feira 25/05, o esperado julgamento, que anteriormente havia sido adiado, mas nesta 4ª feira, aconteceu.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
26/05/2022
in Administração, Destaque, Especial, Eunápolis, Julgamentos, Justiça, Notícias, Segurança
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O Dr. Otaviano Sobrinho, MM juiz da vara de execuções penais de Eunápolis, mais uma vez presidiu o júri demasiadamente esperado, principalmente pelas famílias das vítimas, sendo uma delas morto por engano, só porque usava um boné da NIKE”.

Sentaram nas cadeiras dos réus, Uelinton dos Santos Pereira Passos e Kalebe Ferreira Alves, eles foram acusados juntamente com outros dois em volvidos nos assassinatos Luciano de Jesus Castro e Carlos Santa Marta, sendo que nesta dada, só foram a julgamento Uelinton e Kalebe.

No início, foi ouvida a mãe de uma das vítimas Jhonatan Costa e Silva, no Bairro Rosa Neto, Franthesco estava com a filinha nos braços, e de acordo com informações da polícia, tiraram a criança dos braços do pai, entregaram para a mãe que estava perto e mataram Franthesco com vários tiros. Depois eles foram para o bairro Juca Rosa e atiraram em Jhonatan Costa e Silva, que estava tomando conta da lojinha de sua mãe, e quando ia para sua casa, pareou para conversar com um amigo, quando chegaram Kalebe e Uelinton e um deles atirou várias vezes, e quando a irmã de Jhonatan ligou Para a mãe, D. Marilúbia, PEDIU PARA DEPOR SEM A PRESENÇA DOS RÉUS,  narrando o ocorrido, como marava perto, ao chegar no local ainda viu o filho vivo que foi levado pelo SAMU, para o HRE, mas acabou morrendo no caminho e segundo a mãe de Jhonatam, ele foi morto porque usava um boné da NIKE, era na época o que diferençava uma fação da outra, ou seja o PCE dos chamados  ALEMÃES, hoje possivelmente MPA e, ainda mataram Matheus Rosa Amancio. Os outros que deveriam figurar como réus, Luciano de Jesus Castro e Carlos Santa Marta, não foram citados por não terem sido encontrados, sendo que Luciano segundo informações era o que dirigia um Ford K, que havia sido tomado de assalto, somente para cometer estes crimes, estes 3 crimes foram cometidos no dia 09/06/2017, a mãe de Jhonatan, foi ouvida pelo Juiz, o promotor e o advogado de defesa e contou a mesma história que já havia contado na delegacia.

Depois foi ouvido o investigador da polícia civil Genivaldo e narrou aos presentes toda a história, fazendo uma narrativa completa das investigações e de como chegaram aos réus, sendo uma das testemunhas, disse que um dos assassinos, puxava de uma perna, o que identificou Kalebe e posteriormente Uelinton. Comandados pelo delegado geral Dr, Moisés, os investigadores Genivaldo, Osvaldo, Adovaldo e Rafael, que depois de devidamente instruídos, pelo Dr. Moises, de acordo com os familiares da vítimas, outras testemunhas foram ouvidas e relataram o mesmo fato, sendo que, embora estivessem encapuzados, mas eram “figurinhas” carimbadas e de nada adiantou o fato, foram devidamente reconhecidos, e o trabalho investigativo depois de concluído, foi enviado à justiça ´para a formalização do processo, encerrava aí a faze investigatória. Ao serem ouvidos, disseram que estavam sendo perseguidos, que não eram os autores dos 3 homicídios no mesmo dia e acabaram presos em Ipiaú, e nesta 4ª feira acabaram sendo julgados.

A ACUSAÇÃO FALA E PEDE A CONDENAÇÃO.

embora se dizendo que respeitava os réus, mas que tinha a obrigação de acusa-los, o representante do Ministério Público Dr. Rodrigo Rubialli, usou de todas as prerrogativas acusatórias para municiar o corpo de jurados, composto de 3 homens e 4 mulheres, e que os réus, ali sentados, eram sim, responsáveis pelos homicídios, e citou várias vezes a mãe de Jhonatam, vitima porque usava um boné de marca, e que nunca teve nada com o tráfico de drogas, pois tinha vindo recentemente de São Paulo e trabalhava na loja da mãe e de Franthesco, que par mata-lo lhe tiraram a filha dos braços e depois o fuzilaram com vários tiros e Matheus Rosa Amancio foi morto com vários tiros pelas costas, sendo que as 3 vítimas não tiveram sequer o direito ao mínimo de defesa.

A DEFESA TFENTA DESQUALIFICAR A ACUSAÇÃO.

O representante da defensoria pública, o Dr. Victor Rego, usou seu tempo tentando desqualificar a acusação, começando pela mãe de Jhonatan, quando disse que ela nem soube identificar o carro dos réus, dizendo apenas que era um carro branco, depois disse que pelo fato de os réus estarem de máscaras, não poderiam ser reconhecidos, mas pelo fato de um deles puxar de uma perna, a identificação foi imediata, era Kalebe.

Dr. Victor, chegou a levar um data show, para mostrar aos jurados, como a mente pode trair uma pessoa, diante de uma informação às cegas, depois voltou à carga defensiva, tentando desqualificar as investigações, mas de nada adiantou, embora se esforçasse, Dr. Victor, usou todo o seu tempo, para defender Kalebe e Uelinton, mas os jurados, estavam convencidos de que, tanto as testemunhas quando o autos do processo , determinavam a acusação dosa réus, e em mais este júri, não houve réplica e nem tréplica, e por isto todos foram direto para a votação dos quesitos, anteriormente anunciados, tanto pela acusação como pela defesa.

Como os réus estavam custodiados em Salvador, a secretaria de Segurança, determinou que guarnições da PM escoltassem os réus até Eunápolis, para tanto foram designados 13 PMs, da 5ª CIA de Escolta comandados pelo CAP PM Edemilson.  A viagem de salvador a Eunápolis durou 9 horas de estrada.

Na acusação o promotor Dr. Rodrigo Rubialli e na defesa Dr. Victor Rego, e ao final do julgamento, depois da votação dos jurados o resultado foi o seguinte: Uelinton dos Santos Pereira Passo foi condenado a 49 anos de prisão, e Kalebe Ferreira Alves a 42 anos 7 meses e 15 dias, a prisão inicialmente em regime fechado e sem direito a aguardar recurso em regime aberto, e depois de condenados, foram destinados a cumpria apena no presídio de Eunápolis, estre júri terminou Às 21hs e 36. Novo júri na próxima 2ª feira, dia 30/05/2022.

O almoço de todos envolvidos neste júri, foi servido pelo excelente serviço do Gomes restaurante, à avenida Norte e Sul 130 fone 3281 2374.




















Paulo Barbosa

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