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Em mais um, júri no fórum, réu foi condenado a 12 anos de reclusão, de acordo com o processo, obra das facções do tráfico de drogas.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
07/06/2022
in Administração, Destaque, Eunápolis, Homicídios, Infra Estrutura, Julgamentos, Justiça, Notícias, Segurança
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Há muito tanto Eunápolis quanto Porto Seguro, vivem sob o domínio do medo, pois diante das duas facções, o medo não existe, e de cada lado caem integrantes das duas facções e as famílias fica, choram seus mortos. As ramificações são MPA “mercado do povo atitude” de Porto Seguro e, o PCE “primeiro comando de Eunápolis”, Embora agora nos últimos tempos, tem, diminuído muito, mas as mortes continuam, mas as famílias de bem, os trabalhadores, as senhoras e crianças, todos são poupados, a não ser que tenham envolvimentos direto no movimento do tráfico de drogas , e que, cada facção quer tomar o território da outra, e neste momento só se ouvem os tiros disparados pelas ruas do bairros.

E neste dia 30/05, mais um, júri foi levado a efeito, quando em sua presidência, mais uma vez, o MM juiz Dr. Otaviano Sobrinho, interrogou testemunhas e o réu, e fez mais uma vez, constar em relatório deste tribunal de justiça, junto com o juiz, esteve o promotor de Justiça Dr. Rodrigo Rubialli e, na defesa do réu Everson Peixoto dos Santos, acusado de, no dia 24/03/2016, juntamente com Anderson de Oliveira Lima, assassinaram dentro de uma Lan House, à rua Cristóvão Colombo 1068,  no Pequi, Yuri Pereira Santos.

A primeira testemunha do caso, foi o investigador da Polícia Civil Genivaldo, que junto com o investigador Osvaldo, fizeram todo trabalho de investigação dentro de padrões que determinaram o envolvimento dos dois indiciados, na morte de Yuri. Genival narrou com detalhes toda a investigação, mostrando sempre a culpabilidade dos réus, por motivo torpe, que inclusive determinou a impossibilidade defesa da vítima, a segunda testemunha o agente de policia civil Osvaldo, mais uma vez foi dispensado de testemunhar, pois possivelmente falaria a mesma coisa que o investigador Genivaldo.

O corpo de sentença foi constituído por 4 homens e 3 mulheres, sendo que uma jurada, não compareceu e nem se manifestou foi multada em 1 salário mínimo com prazo determinado pelo juiz para o referido pagamento.

Depois o próprio Everson, também respondeu a perguntas do MM juiz, do promotor e do advogado de defesa, representante da defensoria Pública Dr. Victor Rego. Everson, desmentiu que tenha sido o autor dos disparos, como também participou de qualquer forma para a morte de Yuri. Everson, disse que realmente como consta dos autos do processo, ele havia recebido um telefonema, mas depois que Yuri já estava morto dentro da Lan House, Everson, descreveu todo crime, dizendo que no momento do mesmo, ele estava em uma barbearia ao lado da Lan House, pois quem telefonou não sabia que ele estivesse tão perto.

Depois de um breve intervalo para o almoço, o julgamento teve inicio com a participação do promotor Dr. Rodrigo, que tendo à sua frente todo processo, descreveu todos os detalhes, para um corpo de sentença atento a todas as nuances deste crime, Dr. Rodrigo, que já pediu em outras situações, a absolvição do réu, neste dia, ele pediu a condenação, pois diante do processo Everson era realmente um dos culpados.

Depois foi a vez do representante da defensoria pública, que também buscou todos os detalhes do processo, dando a entender que seu cliente era completamente inocente, e que não deveria pagar por um crime que não cometeu, já que os verdadeiros assassinos, por vingança, jogaram todo o crime nas costas de Everson. Dr. Victor, tem se mostrado um defensor muito competente, mas diante do histórico de criminologia, existente na cidade envolvendo, as duas facções, o corpo de sentença, não se deixa impressionar pelas palavras do réu e, formam ao final das apresentações, das demonstrações da defesa, acabam condenando o réu.

Depois da votação dos quesitos, o MM Juiz, Dr. Otaviano Sobrinho, fez a leitura das votações e determinou a condenação de Everson a 12 anos de reclusão, a princípio em regime fechado, não dando chance ao réu em aguardar em liberdade um novo julgamento, o júri terminou às 18hs e 01m, sem do que o próximo julgamento, foi marcado para o próximo dia 06/06, 2ª feira Às 08 hs da manhã.

Paulo Barbosa

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