Depois a chamada eletrônica, o vereador Tiago Mota leu um trecho bíblico e depois todos os vereadores se ergueram em oração, em seguida a funcionária Ediléia, leu a ata da sessão anterior e, em seguida deu início às 2 sessões extraordinárias, desta 3ª feira 27/07, e não se sabe quem fez mais feio, se os vereadores ou se os professores, pela postura adota nesta sessão.
Ao usar a tribuna, o vereador Renato Bromochenkel, discordou do projeto enviado pela prefeitura à CME, para aprovação do nome do Dr. Luiz Andrade, como patrono do novo centro de especialidades no bairro Pequi recém inaugurado, o vereador Renato Bromochenkel, disse que a prefeita afrontou as leis municipais, quando deveria antes ter enviado o projeto de lei, para a denominação do novo centro de saúde, para depois dar o nome do médico já falecido, já que o projeto foi enviado nesta 3ª feira 27/07, para ser votado.

O vereador Bromochenkel, disse que não tem nadas contra o homenageado Dr. Luiz Andrade, mas que, por lei, a prefeita errou e, fez um discurso descrevendo a situação, mas já que houve um erro, a postura de um legislador, deveria ter sido outra, ou seja, solicitar a retirada do projeto 12, deixa-lo transcorrer o período necessário para então votar, já que na inauguração, foi convidada a família do médico já falecido, para receberem as homenagens, desta forma, mesmo não tendo nada contra o nome do Dr. Luiz Andrade, ficou muito feio a postura do vereador, a saber que o Dr. Luiz Andrade, foi uma pessoa por demais querida por toda a sociedade e foi8 um ato justo a homenagem feita pela prefeita ao referido médico, mas o que passou; passou, agora é tocar pra frente. Embora o fato tenha ido contra o regimento interno, mas ao que parece a política neste momento falou mais alto, mas mesmo assim o projeto 12 da prefeita foi votado e aprovado nas duas sessões realizadas para votar outros dois projetos.

Depois foram colocados para votação os projetos 14 e 15; o projeto 15, dentre o que foi descrito, extinguia, o cargo de professor nível 1 e, que os professores foram totalmente contra, e como foi aprovado nas duas sessões os professores, liderados pela presidente da APLB prof.ª Jovita, promoveram no interior da Câmara, uma verdadeira baderna, cantando, gritando tudo contra os professores, e nem mesmo professor Tiago mota, teve o direito de explica o seu voto, sendo que par aprovação do projeto 15, foram 14 votos a favor e apenas 1 abstenção.

Já o projeto 14, que dispõe sobre a ampliação do quadro de servidores, a aprovação foi unânime. Depois foi a maior “baixaria”, quando a presidente da APLB puxou o coro de professores contra os vereadores, é algo que acontece, mas que, por uma ordem educativa, a justiça está aí, para deliberar, e manter o que é certo e fazer extinguir o que é errado, e desta forma, a prefeita Cordélia Torres, obteve mais uma vitória em sua administração, e pelo que se pode notar, a disputa foi mais política, do que mesmo, uma busca pelos direitos dos professores.
























