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Em mais um julgamento, réu é condenado a 20 anos e 10 meses por ter assassinato a esposa.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
18/08/2025
in Administração, Capa, Eunápolis, Homicídios, Julgamentos, Justiça, Notícias
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Depois de algum tempo sem juris, o fórum de Eunápolis acompanhou nesta 2ª feira 18/08/2025, mais um julgamento emblemático, na presidência do júri atuou mais uma vez o MM juiz Dr. Otaviano Sobrinho, na acusação o representante do MP Dr. Pedro Nogueira Coelho de Ilhéus, e na defesa os advogados Dr. Marcelo Souza Silva Brito, Dr. Zé Hélio, a Dra. Jadde Marcelly Rosa Ladeia.

No banco dos réus estava Gildázio Santos Lima, e o corpo de jurados composto por 7 pessoas sorteadas; estavam 6 mulheres e apenas 1 homem, as saber que, os jurados são escolhidos entre os convocados, a escolha é feita tanto pelo promotor quanto pela defesa. Depois os jurados recebem uma síntese de todo o processo, onde são demonstrados, o autor, a vítima, os motivos, dia e local do crime, depois então tem início o julgamento tendo a palavra o promotor de justiça.

Durante 1 hora e meia, o promotor expos os fatos decorrentes, desde quando o filho de Gildázio confidenciou ao pai, Gildázio, dizendo que ele estava sendo traído pela sua mãe, e que os amantes de sua mãe, eram amigos da família também, e um deles, era filho de uma amiga da família, Lucas e Sérgio, e que quando Gildázio tomou conhecimento dos fatos, ele chamou a esposa Luciana Carmo de Jesus e perdoou a mulher pela transgressão, mas os fatos continuaram e, ao ver o telefone da mulher, era onde o filho à época menor de 10 anos, tinha visto todas as cenas de nudez, e sexo da mãe com outros homens. Em uma festa de bodas de prata de uma das irmãs de Gildázio, Luciana foi para a casa e Gildázio par outro lugar chegando em casa pela manhã, e logo começou outra discussão sobre as traições, foi quando Gildázio subiu na cama, pegou o revólver calibre 38 em cima de um armário e disparou na testa de Luciana, tendo morte instantânea no mesmo lugar onde estava, sendo que o promotor, sentou-se não chão e demonstrou aos jurados a posição do corpo da vítima. O promotor, em seu tempo de acusação, expos aos jurados, que Gildázio era usuário de drogas, cocaína, traficante e que já havia cumprido pena por este crime. A acusação fez um relato completo da vida pregressa de Gildázio até o dia do crime 14/02/2016, e encerrou a sua acusação pedindo a condenação do réu por crime duplamente qualificado e doloso.

Veio a Defesa, iniciado pela Dra. Jadde, Demonstrando que o ato repentino de Gildázio, fez com ele logo após o incidente, foi a casa da vizinha e disse que havia “cometido” uma besteira, e que por amar demais a esposa acabou sendo tomado de ciúmes, já que ele havia visto tudo que a esposa fazia pelo celular, o mesmo que Luciana emprestava ao filho pra ver jogos, e por isto, Alex, o filho sabia de tudo que a mãe fazia, já que em uma das oportunidades, tinha vista cena de sexo da mãe com outro homem. Dra. Jadde, mostrou aos jurados, fotos e cenas de sexo explícito, sendo o mesmo conteúdo que Alex viu e que Gildázio também viu, Dra. Jadde antes de dividir o espaço de defesa, mostrou aos jurados uma carta escrita pela filha “I”, pedindo aos jurados que absolvessem o pai, pois ele faz muita falta para ela e o irmão Alex.

Ao tomar a palavra, o advogado de defesa, Dr. Marcelo, em suas palavras demonstrou que o réu em nenhum momento, negou os fatos, mas tomado pela traição e de ciúmes, acabou cometendo tal ato. Dr. Marcelo, em algumas vezes entrou em conflito normal com a promotoria, por não concordar com algumas colocações do promotor e que teve de ser aparteado pelo juiz presidente. A demonstração da defesa para com os jurados, teve uma consistência muito forte em todos os sentidos, dizendo que se os jurados condenassem Gildázio estariam condenando Alex e sua irmã “I”, pois eles seriam os maiores prejudicados com a ausência do pai, pois o trauma de Alex era muito maior que o imaginado; e chegou a pedir a absolvição de Gildázio, já que Alex, foi o primeiro a ver a mãe morta com um tiro na testa desferido pelo pai., principalmente pelo fato de ter sido ele, o autor direto da trágica revelação. A defesa pediu a absolvição por homicídio privilegiado,

Depois da fala da defesa, houve a réplica solicitada pelo promotor, onde ele, rebate muitas das alegações da defesa, explorando as minúcias do processo, demostrando a culpabilidade de Gildázio, pois ele já tinha perdoado uma vez e continuava com Luciana do mesmo jeito, mas já tinha conhecimento de outras traições. Por sua vez, a defesa retornou ao plenário com demonstrações de vídeo, onde Luciana, levava uma vida dupla, a de dona de casa e a outra, que era demonstrada no celular.

Todas as testemunhas arroladas neste processo que compareceram para deporem mais uma vez, apenas a irmã de Luciana fez uma defesa da irmã, as demais testemunhas, mesmo falando pouco, deram a entender que estavam a favor de Gildázio, porém em seu próprio depoimento, Gildázio não nego o ato, disse estar arrependido e que só pensava nos filhos que o amam muito.

Depois então, veio a votação, onde as 6 mulheres e apenas 1 homem, deram seus votos, e ao final, o MM Juiz Dr. Otaviano sobrinho leu a sentença, onde Gildázio foi condenado a 20 anos e 10 meses, como já cumpriu parte da pena por este crime, ouçam o áudio da prolatação da sentença:











Paulo Barbosa

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Comments 1

  1. Deyvid says:
    5 meses atrás

    A justiça tarda mas não falha.
    Denegrir uma mulher para Justificar um crime é monstruoso.
    Mas a prova tá aí, condenado feminicidas não passaram

    Responder

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