Aqui não se fala de política partidária, mas de uma política cultural, que precisa além de ser levada a sério, mas sobretudo se transformar em uma tradição eunapolitana, onde famílias da cidade e visitantes, venham ser atores de uma apresentação cultural, onde a cidade além de se beneficiar, venha se colocar como ator de uma administração que tem os pés na administração e o pensamento na verdadeira cultura social da cidade.
Em mais este sábado 07/08, a reportagem do rota51.com esteve na av D. Pedro II, em frente à CEF, onde se reuniram vários expositores e expositoras, colocando à disposição de todos, desde pães artesanais até obras de arte, como no caso da pintora Sherazade, artista eunapolitana que poucos conhecem, mas que a sua arte já atravessou fronteiras e ilustram paredes e cenários de muitas cidades.

O mel artesanal, até bonecas para enfeites, flores e muitas outras exposições, fazem desta feira, um local de passeio e de compras, até mesmo de lazer, local este que o eunapolitano precisa conhecer mais de perto, para que esta tradição seja efetivada como sendo um ponto turístico da cidade. Outra novidade é a HAMMERED artesanal, fábrica de joias em preta: “hammerered.joias@gmail.com, falar com Jabes Fonseca.
Na visita do rota51.com em mais esta feira, além do secretário Mirabeau e Flamarion, encontramos um antigo conhecido, o Dika Móveis, embora hoje já não milita mais no setor industrial da cidade, mas pela experiencia, hoje faz parte do governo Cordélia Torres, que aos poucos vai dotando o seu governo de pessoas competentes, o que formatará a sua administração como sendo uma das mais competentes dos últimos tempos, sem esquecer de Anara Sartório, Arnaldo Vianna, Luiz Carrilho, e muitos outros, que trabalham pelo município e não para o bem próprio, e isto mostra uma administração de pés no chão e, junto poderão idealizar uma feira semanal, quem sabe na praça da Matriz, onde existe espaço para as crianças brincarem e, os artesãos mostrarem a sua arte, outra fato que não pode ser esquecido, é a presença da vigilância sanitária, no local.

O que se fala e se cobra, pé porque no passado, já teve na cidade uma feira hippie, que durou muito pouco, não pela boa vontade de alguns, mas pela má vontade de muitos, que viram que não sobraria nada, também nada fizeram pelo bem da cidade. O que se pretende aqui, não é uma cobrança institucionalizada, mas a permanência e apoio a uma feira, que agrega serviço, turismo e trabalho.

















































































