Seguindo todos os trâmites da lei para realizar julgamentos, o julgamento anterior não foi realizado, devido a falta de alguns jurados devidamente convocados, mas os mesmos não compareceram, e se não tiverem as desculpas plausíveis, deverão pagar multas de até 3 salários mínimos, isto é para que saibam que com a justiça não se brinca, e quando se trata da pauta de julgamentos, a coisa é mais séria ainda.
Mas nesta 2ª feira 18/03, os jurados convocados compareceram e foi feito o julgamento. O histórico pé o seguinte; não é segredo que Eunápolis vive sob a égide do crime, com 3 facções, de Eunápolis é o PCE, “primeiro comando de Eunápolis”, de Porto Seguro o MPA, “mercado do povo atitude” e a de Salvador BDM “bonde do maluco” e todas estas facções, tentando eliminar as concorrentes e assumir o tráfico de drogas da cidade.

Os envolvidos no crime de homicídio, Michael Fernandes de Jesus Rocha que juntamente com André da Silva Santana, Gilmar Barbosa de Oliveira Junior, Lazaro da Glória Carvalho, Mauricio almeida de Jesus e Andersom Oliveira de Souza, mas somente Michael Fernandes de Jesus Rocha, sentou no banco dois réus. Já que segundo as investigações, todos foram os denunciados como traficantes de drogas e pertencentes ao PCE, que planejaram uma incursão homicida, para no dia 09 de agosto de 2028, matarem todos os integrantes do MPA, que fossem encontrados pela frente, na intenção de ocuparem os pontos de vendas de drogas, desta forma no dia mencionado, às 07 hs d manhã armados de resolveres e pistolas, foram em busca das possíveis vítimas, em uma manga na rua Irmã Dulce, de plantio de capim e árvores, entre os bairros Itapuã e Santa Lúcia.

Ao chegarem no local, avistaram João Victor Rodrigues da Silva e Guilherme de Jesus Gomes, que foram ao local pegar passarinhos, e começou o tiroteio, isto pelo fato da forma como estavam em vestidos e foram confundidos com os rivais, sendo que as vítimas foram pegas de surpresa, mas somente Guilherme de Jesus Gomes, foi atingido, tendo seu braço transfixado por um tiro. As vítimas fugiram correndo pelo mato até encontrarem um local de refúgio e se esconderam.

Despois de escolhidos os 7 integrantes do júri, foram ouvidas as testemunhas, incluindo a vítima Guilherme de Jesus Gomes, que ao falar mostrou o braço, mas disse não reconhecer realmente quem atirou, Guilherme disse que apenas estava na hora errada e no lugar errado no momento dos tiros, as testemunhas também negaram qualquer conhecimento da vida particular do réu, sendo que conhecem seus país e como integrantes de bandas da cidade, conhecem o réu apenas no meio musical, não sabendo de nada que desabonasse a sua conduta, principalmente envolvimento no muno das drogas.

O réu também negou ser traficante, e que não pertence a nenhuma facção e, então teve início ao julgamento, sendo que o MM Juiz Dr. Otaviano, concedeu o tempo para a representante do Ministério Público, a promotora Dra. Mariana Libório, que primeiro, demonstrou os fatos ao corpo de jurados, dando conta de que, o que acontecia ali, era o cumprimento de leis federais, que quando, alguém senta no bando dois réus, trem todo direito a um julgamento justo e por isto o CPB, dá ao réu amplo direito de defesa, mas também é obrigação do MP, mostrar aos jurados, quem está sendo julgado, porque está sendo julgado, e tudo isto depois de investigações suscintas feitas pela polícia, depois Dra. Mariana, mostrou aos jurados, o conteúdo dos autos processuais, mas acabou pedindo a absolvição do réu, por falta de provas.
Na sequência, foi dado o mesmo tempo para a advogada de defesa a Dra. Mariana Biderman Soares de Oliveira, esta, pertencente à Defensoria Pública, pois quando o réu não condições de ter um defensor pago, a Defensoria Pública oferece, uma defesa gratuita. Dra. Mariana Biderman, usando parte do seu tempo fez o mesmo trabalho demonstrando total a apoio ao pronunciamento da promotora.
Como não houve réplica e nem tréplica o júri terminou mais cedo, tendo o MM juiz Dr. Otaviano Sobrinho, aproveitou a oportunidade fez uma homenagem às mulheres, pela passagem pelo Dia Internacional da Mulher, enaltecendo as mulheres do corpo de jurado, à serventuária do fórum a sra. Jú Lira, e das duas Dras. Mariana, promotoria e advogada.

Em mais este júri, foi servido um almoço excelente, servido pelo restaurante do conhecido Mâitre Gomes. Novo julgamento, está marcado para o dia 1º de abril, e com a aquiescência do MM juiz Dr. Otaviano Sobrinho, com a cobertura exclusiva do site rota51.com.
Vejam o vídeo da prolatação da sentença:

