
Aproximadamente 300 indígenas, estão dentro e fora da Câmara Municipal, em sistema de revezamento, para assistirem ao julgamento do índio acusado de ter matado o sitiante Raimundo, deixando o corpo na beira de uma estrada, que leva ao Monte Pascoal.
O acusado que está no banco dos réus para julgamento, Joel Brás, é uma das lideranças indígenas que há muitos anos junto aos demais índios, vem aguardando que o governo federal, tome consciência da situação e faça a demarcação das terras anteriormente pertencentes aos índios e, que agora estão precisando implorar para que suas terras, retornem às suas mãos.
Com poucas informações, a reportagem do rota51.com, conversou com o cacique Aruã, de coroa Vermelha, que também é o presidente da federação Pataxó e Tupinambá do extremo sul da Bahia, falou á reportagem em um vídeo que deverá ser postado após a sua edição, que, isto, é uma situação muito constrangedora, pois ao invés de realizarem a demarcação de mais de 50 alqueires de terras, ficam condenando os índios e, a verdadeira situação nunca é resolvida.
Junto a Aruã, estavam também o cacique Tainã Pataxó da aldeia Txihi Kamayurá, todos com suas lideranças, representando Prado, Porto Seguro, Cabrália, Belmonte, Pau Brasil, Camacã, Itaju do Colônia, Buerarema e Itamaraju.
Este julgamento tem uma tendência de terminar bem mais tarde, já que tem as testemunhas tanto de defesa quanto de acusação que foram ouvidas, e depois acontecerão os debates.
O rota51.com estará acompanhando toda a movimentação e tão logo aconteça o júri, os resultado estará disponível aqui, na conclusão desta matéria, mais o vídeo do cacique Aruã.


















