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No julgamento desta 2ª feira 17/04, todos os réus foram absolvidos…

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
27/05/2024
in Administração, Capa, Destaque, Especial, Eunápolis, Gente, Infra Estrutura, Notícias
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…embora a representante do Ministério Público tenha buscado dentro do processo mostrar, os crimes acontecidos na cidade, entre as facções PCE de Eunápolis e MPA de Porto Seguro tenham causando muitas baixas, entre seus militantes, em mais este julgamento, os réus foram absolvidos.

Sentaram no banco dos réus Ednaldo Pereira Souza, o DADA, Helio Silva Souza e Wellington Santos de Jesus, sendo que Helio e Wellington, fora acusados de, a mando do chefe da facção PCE, o DADA, matarem Jeanclay, dentro de sua casa no bairro Minas Gerais, depois de 7 anos presos, tanto Helio quanto Wellington sentaram no banco dos réus, como sendo parte dos executores de Jeanclay, a saber que na casa de Jeanclay, depois de cortarem o cadeado e arrombarem a porta, eram no total 6 pessoas e que retiraram a vítima de debaixo da cama, levaram o mesmo para a cozinha e desferiram  aproximadamente 28 tiros a queima roupa, matando-o no local.

De acordo com os autos do processo, estra morte foi ordenada por DADA, em uma guerra de facções que disputam espaço pelo tráfico de drogas. A representante do MP, leu primeiro todo processo que fora sendo construído pelos investigadores da polícia civil, os investigadores Genivaldo e Osvaldo, depois explicou para os jurados que; Jeanclay, por pertencer à facção MPA, Mercado do Povo  Atitude, de Porto Seguro, como sendo rival do PCE primeiro comando de Eunápolis, este deveria morrer, o que aconteceu no dia 10/091/2016, e desta morte, apenas a mulher de Jeanclay foi testemunha e que durante as investigações se negou a testemunhar, dando conta de que o local estava  escuro e os invasores usavam máscaras.

Para os julgamentos, somente o que está nos autos do processo podem ser utilizados tanto para acusação quanto para a defesa. A promotora fez o que pode para explicar dentro dos autos, a culpabilidade dos réus, e pedir a condenação de todos eles. E de acordo com o relatório policial para matar Jeanclay, foram usadas; uma mini metralhadora denominada de “macaquinha”, pistolas 9mm e .380 e até um revolver magnun 357.

Depois foi a vez da defesa, que contou com 7 advogados, sendo todos eles de outros estrados, principalmente de Minas Gerais e de Eunápolis apenas um deles, foram eles: Jade Marcely, Luciano Bandeira, André Franklin, Luther King, Marcelo Brito, Kaic Bahia e o eunapolitano José Hélio Filho.

Falaram Luciano bandeira, André Franklin, Luther King, Marcelo Brito e Kaic Bahia, sempre explorando a inocência dos réus, sendo que DADA, não poderia ter dado tal ordem, porque estava preso em uma prisão federal longe de Eunápolis, os demais réus, embora citados, não tinham o porquê, de acatar ordens de DADA, já que não pertencia nenhuma facção.

Depois os advogados de defesa bateram na “tecla” de que um dos presos, o Valdemir, falou porque foi torturado e que sua mãe ao encontra-lo numa situação desesperadora, chegando a vomitar sangue e que foi atendido pelo SAMU. Dentro destra tese, alegaram todos da defesa que o MP não tinha provas da participação da morte de Jeanclay nem o Hélio e nem Wellington, e esta tese da defesa perdurou até o final do julgamento, até o momento em que o juiz presidente do tribunal, leu os quesitos, para que os 7 jurados pudessem votar e definir o futuro dos réus.

A votação foi rápida e os 3 réus foram considerados inocentes e foram absolvidos. Para mais este julgamento o juiz presidente foi o MM Dr. Otaviano Sobrinho e pela promotoria pública a Dra. Mariana Libório.

Para estre julgamento, por ser DADA, considerado o chefe do tráfico de drogas na cidade, o aparato policial foi grande, com várias viaturas e aproximadamente 20 policiais, durante o s debates, houve a intervenção do MM juiz Dr. Otaviano, por 2 vezes, pelo fato de haver discordâncias entre a defesa e acusação.

Um dos pontos altos da defesa, foi conclamarem junto aos jurados, que um dos presos, recluso já  há 7 anos e pai de uma criancinha de colo, que preso não teria como trabalhar e sustentar a sua filinha e nem a família, já que ele, não teve nada a ver com a morte de Jeanclay, e que todos deveriam pedir desculpas às criancinha, a mãe e a sua família. Por outro lado, muitos advogados, também se fazem presentes, em todas as sessões de julgamento.

Por outro lado, o júri desta 2ª feira 27/04, mais uma vez despertou a assiduidade de estagiárias de direito, primeiro porque faz parte da rotina de estudantes de direito e depois, pelo fato de este julgamento, exigir de todo um esforço muito grande, tanto por parte da defesa quanto da acusação.

A saber que o advogado mineiro de Belo Horizonte, Dr Marcelo Brito, criminalista, tem uma peculiaridade, que é defender e ser “brabo” ao mesmo tempo.

Por outro lado, o juri desta 2ª feira 27/04, mais uma vez despertou a assiduidade de estagiárias de direito, primeiro porque faz parte da rotina de estudandes de direito e depois, pelo fato de este julgamento, exigir de todo um esforço muito grande, tanto por parte da defesa quanto da acusação.

Um dos pontos altos da defesa, foi conclamarem junto aos jurados, que um dos presos, recluso já  há 7 anos e pai de uma criancinha de colo, que preso não teria como trabalhar e sustentar a sua filinha e nem a família, já que ele, não teve nada a ver com a morte de Jeanclay, e que todos deveriam pedir desculpas às criancinha, a mãe e a sua família.

Agradecimentos ao MM juiz Dr. Otaviano sobrinho pela permissão para que o rota51.com mais uma vez tivesse acesso ao salão do júri para esta cobertura do judiciário eunapolitano, já que a reportagem do site chegou ao local cedo, registrando inclusive a chegado dos réus, ao fórum de Eunápolis.














Paulo Barbosa

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Comments 1

  1. Neroci B Pontes says:
    2 anos atrás

    Quando uma defesa em um júri é bem elaborada com certeza o causado vai ser absolvido pois quem julga quer transparência e não gritarias. Parabéns a esses Advogados de Salvador Bahia ADV Pontes Queiroz e Associados…

    Responder

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