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Polícia busca líderes do Baleia-Azul; investigação tem ramificação internacional

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
21/04/2017
in Educação, Homicídios, Notícias, Polícia
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“Não é lenda urbana. Estamos numa corrida contra o tempo para garantir a integridade física e a vida das vítimas, porque não sabemos em que etapa do jogo elas estão”, afirma a delegada Fernanda Fernandes, responsável pelas investigações do viral Baleia-Azul, que supostamente incentiva suicídios, no Rio.

Há investigações online em busca de responsáveis pela iniciativa, que teria ramificações até nos Estados Unidos. As primeiras informações sobre o jogo são de 2015, relatando incentivo ao suicídio propagado pelo VKontakte (VK), o Facebook russo. Depois, entidades denunciaram o caso como “fake news” (notícia falsa), mas o viral segue avançando. Participantes surgem em grupos fechados, selecionados de madrugada. Na sequência, o administrador, ou “curador”, lança desafios, normalmente às 4h20, que incluem de desenho a atividades de risco, passando por mutilações e estímulo ao suicídio.

Coordenador do Escritório Brasileiro da Associação Internacional de Prevenção ao Crime Cibernético e comandante do Centro Integrado de Operações da Polícia Militar da Paraíba, o coronel Arnaldo Sobrinho, diz que já foram identificados internautas nos Estados Unidos que atuariam como curadores de grupos dos quais participam adolescentes brasileiros. “São eles quem passam as orientações do tipo excluir uma amizade do Facebook, assistir filmes de terror e assassinato nas madrugadas, até mutilar partes do corpo e subir em prédios para saltar.” Relatório detalhado sobre a investigação será enviado à Polícia Federal (PF).

De acordo com o chefe de Comunicação Social da PF em Pernambuco, Giovanni Santoro, apesar de não haver registro oficial de morte ligada ao tema no Estado, existem investigações em redes sociais e aplicativos de mensagens sobre supostos contatos entre jovens e curadores – que podem ser enquadrados criminalmente por incitação ao suicídio. A Polícia Civil também anunciou que vai pedir a quebra de sigilos de dados para avançar no rastreamento de aliciadores. A estratégia de mapear as comunidades também é adotada pela Polícia Militar em Mato Grosso. Ali os casos se concentram nas cidades de Vila Rica e Confresa. E há o rastreio de comunidades com até 350 integrantes – em sua maioria adolescentes.

“As vítimas tentam sair (do jogo) e não conseguem. As crianças recebem algumas ameaças de morte ou até um tipo de pressão psicológica mesmo, e acabam cedendo”, relatou o 10.º Comando Militar. Em Santa Catarina, a Polícia Civil busca os responsáveis por enviar as missões pelo Facebook ou WhatsApp – 9 casos são investigados no Estado. No Paraná, que apura oito casos, o governo do Estado cogita pedir apoio de outras polícias. A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio confirmou até agora só dois casos de adolescentes que estavam sendo induzidas ao suicídio pelo suposto jogo via internet. Mas por causa do pânico causado por notícias e boatos, a DRCI está recebendo e-mails diários de pais assustados.

Em comum, há a frase “Minha filha tentou se matar”. Uma avó do interior do Rio levou à polícia carta que mostra intenção suicida da neta, que será chamada a depor. Um pai de Queimados, na Baixada Fluminense, vai levar a filha, que sobreviveu à tentativa de suicídio. São investigados crimes de associação criminosa, ameaça, lesão corporal e homicídio. “Os pais estão começando a cair na real. Eles sempre acham que não tem nada acontecendo, que os filhos são espertos demais para cair nessa. É importante mostrar que não é um jogo, não são desafios para divertir, mas para se matar”, diz. Em Brasília, a entrada da Polícia Federal nas investigações foi formalmente solicitada pela Câmara – por solicitação da deputada Elisiane Gama (PPS-MA). No Senado, o jogo foi apontado como justificativa para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar maus-tratos.

por Roberta Pennafort | Estadão Conteúdo

Feira: Conselhos tutelares acompanham casos de jovens com jogo Baleia Azul

Diretores de escolas de Feira de Santana buscam apoio de conselhos tutelares para acompanhar casos de crianças, e principalmente de adolescentes, seduzidos pelo jogo Baleia Azul. Segundo o Acorda Cidade, um caso do jogo foi comunicado ao Conselho Tutelar 2 pela diretora de uma escola do Município. Conforme um integrante do conselho tutelar 2, Antônio Costa Cordeiro, uma garota de 15 anos, ao cumprir uma das primeiras etapas do jogo, se cortou, no braço, com uma lâmina de aço. Ainda segundo relato, a menina contou que foi convidada por uma colega para entrar no jogo, através de um grupo em rede social. A partir daí, eram deliberadas tarefas para que ela começasse a se riscar e postar fotos.  Segundo Cordeiro, uma das instruções do jogo pede que os jovens passem dias e mais dias sem se comunicar, principalmente com os familiares. O caso da garota é investigado e foi encaminhado para o Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social] para que psicólogos, assistentes sociais consigam tirar mais informações e encaminhar o caso para a polícia. A adolescente citada já vinha, desde o ano passado, um pouco distante dos colegas e da situação escolar. Segundo o diretor do Conselho Tutelar 2, a mãe da menina não sabia do envolvimento dela com o jogo e os familiares foram os últimos a saber da situação.

 

 

Da redação

Orientações estão sendo fornecidas pela internet para que esta situação seja amenizada, veja o quadro abaixo.

 

Paulo Barbosa

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