Na sessão desta 5ª feira 04/09, a Ordem do Dia constou de 3 vetos, 1 moção, 4 projetos de lei do legislativo e 11 indicações, que foram votadas em bloco, e foram todas aprovadas.
O diretor Legislativo MIlton Guerreiro leu a ata da sessão anterior que foi ouvida por todos e aprovada, depois o 1º secretário Pedro Queiroz, leu a Ordem do Dia desta 5ª feira, pra em seguida o presidente Valdiram Marques, anunciar o intervalo regimental, é a hora do cafezinho.
No retorno, foi anunciado o pequeno expediente, onde os vereadores tem 5 minutos para falar de suas indicações e projetos e ao mesmo tempo pedir apoio dos demais vereadores para a aprovação da pauta.
Por indicação do vereador Gildair Almeida, estiveram na câmara integrantes do grupo de Desbravadores da Igreja Adventista do 7º Dia, sob o comando de Gleison e Joab, líderes do grupo e que foram ver de perto a aprovação do projeto de lei do legislativo 31/25, que institui o Dia Municipal do Desbravador, na oportunidade Gildair usou a tribuna para falar do seu projeto e convidou a todos, para o seu batismo na Igreja Adventista, no próximo o7 de setembro na Igreja central.

Rogério Astoria, usou a tribuna, pra falar de sua moção, totalmente contrária a ideia de que o aborto poderá ser feito, em prazo superior ao estabelecido pela medicina, e agora querem estender este prazo, que poderá colocar em risco a saúde da mãe, ou seja, leigos, querendo legislar algo que somente onde a medicina pode atuar, o vereador se mostrou totalmente contrário à ideia de que um aborto pode ser feito, fora do que preconiza a medicina.

Renato Bromochenkel, falou que está totalmente coerente com a moção do vereador Rogério Astória, depois voltou a criticar a empresa que faz a troca de lâmpadas na cidade, deixando a cidade praticamente às escuras em determinados bairros e ruas, sendo que o contribuinte em sua conta de energia, já paga este serviço e que, este pagamento, rende à prefeitura mais ou menos 600 mil reais por mês e nem assim as lâmpadas são trocadas, Renato quer que esta troca de lâmpadas seja feita no máximo em 5 dias.
Já o vereador Josemar da Saúde, quer que seja construído um teatro municipal onde os artistas da cidade e regionais possam se apresentar e mostrar toda a sua arte; no canto, na poesia, no teatro e, que a cultura da cidade possa ser um passaporte para o turismo, e rendas para o comércio local, depois voltou a tribuna para falar de sua situação com a justiça eleitoral, que está querendo cassar o seu mandato, e espera que tudo isto seja resolvido logo.

Agora no grande expediente, quando os vereadores tem um tempo, maior para abordarem assuntos de diversos temas, a vereadora Carmem Lúcia, usou a tribuna, para fazer uma denúncia muito séria, e quer que a secretaria de educação, através de sua secretária Jovita Lima, tome uma providência enérgica e imediata, pois até um abaixo assinado que foi entregue na secretaria, não se tem notícias dele ou resposta, o fato denunciado pela vereadora Carmem é o seguinte: “ A diretora da escola municipal Jose de Anchieta, na Colônia, agrediu uma professora que acabou indo parar no hospital em coma, a agressão aconteceu na sala de aula, e que a Diretora Gildete Santos Guimarães, saiu da sala entrou no carro e veio para a secretaria, e deixou a professora prostrada no chão, sendo atendida por terceiros, e que ela foi atendida no Hospital Ramos, a vereadora tem toda a documentação em mãos, incluindo um BO na DPC, ainda na denúncia, a diretora, vem perseguindo outra professora, a Vereadora diz que isto tem que parar e que a secretária Jovita tem que tomar providencias imediatas, porém a comissão de educação da Câmara municipal, vai apoiar a denúncia junto com a vereadora Carmem, e o vereador Ubaldo Suzart, para que uma providencia seja tomada de imediato, tanto pela secretária, quanto pelo prefeito Robério Oliveira. De acordo com a vereadora Carmem Lúcia, estre assunto ainda vai dar muito pano pra manga.

Em seu retorno à tribuna, Rogério Astória elogiou a postura do governo em transformar a 7ª CIPM em um BPM, pois com isto virão mais soldados, mais viaturas e que esta violência na cidade precisa acabar de vez, Rogério também denunciou na tribuna que um site da cidade está tecendo certas críticas a ele, talvez pelo fato do vereador ser de oposição e, na fala do vereador Jorge Maécio, Rogério declinou o nome do site que acabou sendo aplaudido pelo dono do site presente na sessão.

Já o vereador Renato Bromochenkel, voltou a falar do HRE, de uma saúde sem resultados, e que foram pagos à empresa 2.760.000,00 e, a situação do HRE continua a mesma coisa, pois continua faltando medicamentos, insumos incluindo fios de sutura dentre outros.
Ademir Freire que sempre defendo o prefeito, desta vez falou da falta de pavimentação no bairro Vista Alegre, e que apoia totalmente a comissão de educação, sobre o fato denunciado pela vereadora Carmem.

Jorge Maécio flou das filas nos postos de saúde, que no PSF do Moisés Reis, são apenas 30 fichas de consultas por semana, e que tem gente que vai as 5 horas da manhã pra tentar conseguir uma ficha. Falou da falta de pagamento do pessoal do HRE pela empresa IGH e, que é preciso que se tome uma providência imediata.
Saulo Cardoso elogiou a postura de Gildair em se batizar na Igreja adventista do 7º Dia, e depois voltou a criticar o HRE pela falta de esparadrapo, falta de RX e um ortopedista.
Depois das falas dos vereadores, o presidente da Câmara, o vereador Valdiran Marques, iniciou a votação dos projetos e indicações, onde as aprovações foram unânimes.
Nova sessão na próxima 5ª feira 12/09, às 08:30m, na CME av Artulino Ribeiro bairro Dinah Borges.




























Aproveitando essa fala sobre a educação, algum vereador poderia cobrar a secretária Jovita o pagamento do adicional de periculosidade às cozinheiras das escolas municipais, pois é um direito estabelecido por lei municipal, pois nós cozinheiras trabalhamos diretamente com produtos inflamáveis como o gás de cozinha e riscos de explosão também da panela de pressão e queimaduras diversas e etc…não entendo o fato de Jovita ser conhecedora da lei ,está como secretária e não cobrar isso da gestão, é uma falta de respeito vom a gente, precisamos ser vista como parte essencial da educação.