Não é de se estranhar, que o Brasil ainda é dos países mais ricos do mundo, porém vive às “turras” entre as duas classes mais importantes do país, o “empregador e o empregado”.
Desde os primórdios da nação, que existe esta diferença, os antigos fazendeiros compravam humanos e os transformavam em escravos, depois veio a era da industrialização, e pensava-se que os industriais mudariam o rumo da história, mas na realidade mudou muito pouco.
Criou-se a CLT, muitos artigos, aparentemente todos a favor do empregado e com o passar dos tempos, o empregador continuou sendo o “mocinho o empregado o vilão”.
Veio a criação de sindicatos, como uma forma de defender os empregados em todas as circunstâncias e formas de trabalho, mas, mesmo assim, o empregado tem que ser defendido por um sindicato, que para muitos ainda é bandido da era moderna, pois sempre busca defender os empregados, principalmente nas questões salariais, uma empresa fatura muito, mas a maior divisão é entre os “donos”, porém quem faz com que os donos fiquem ricos, acabam, recebendo as migalhas do mundo moderno.
Na manhã desta 6ª feira, o STTR, reuniu delegados sindicais para definirem o possível aumento salarial da próxima campanha, e no momento reuniram os delegados, que trabalham em empresas ligadas à Veracel Celulose e aos próprios empregados.
Neste encontro, flou a Dra e prof.ª de direito Silvia Santana da universidade Pitágoras, que discorreu sobre os principais artigos e códigos da CLT, para que os delegados presentes, possam ao sentar na mesa das negociações, com as mesmas condições de conhecimentos que os advogados empresariais, Dra. Silvia falou do trabalho escravo, da industrialização, trabalhos rurais, e dos direitos humanos, foi uma aula para quem dentro em breve vai ter que saber dirigir uma negociação muito importante.
Houve um intervalo par um lanche, e depois foi a vez da palestra de Tico.
Esta será a 27ª campanha salarial, dos prestadores de serviços da Veracel Celulose. Depois foi a vez de Ailtom Lisboa, mais conhecido como Tico, que falou a todos, em uma linguagem mais convencional, mas mesmo assim deus uma série de explicações altamente necessárias para o próximo encontro de negociação. Tico ressaltou que a pauta salarial, é sempre um trabalho muito minucioso, pois é sempre: “sindicato x empresa e muitas vezes sindicato x sindicato”.
Depois de4stre encontro, com certeza, que nem todas as dúvidas foram tiradas, mas ainda haverá tempo para aparar muitas arestas possam ser aparadas e, todas em favor dos empregados rurais.
Estiveram presentes, a presidente do STTR Maria das Graças, (Graça), Fábio, Ivanildo, Natanael Braga e vários delegados representando várias empresas do setor.