A midia escolheu divulgar esta noticia de forma canalha pra enganar a muitos e gerar interpretações erradas. Agora todos estao escandalosamente compartilhando em todas as redes sociais como se essa revogação fosse uma caça extermínio de gays. Vamos esclarecer esse assunto?
1- ser gay não é doença, logo, não precisam ser curados.
2- há um tempo atrás, os psicólogos foram proibidos de “tratar” pessoas que estivessem confusas sobre sua sexualidade, sob pena de terem sua licença cassada.
3- o juíz, que vocês estão xingando que nem um bando de lunáticos, simplesmente permitiu que os psicólogos voltassem a atender pessoas que estivessem buscando ajuda pra se aceitar, se entender, desabafar, enfim…
4- nenhum homossexual vai ser obrigado a fazer terapia. É apenas uma decisão que permite que os psicólogos possam desenvolver sua profissão de ajudar quem QUISER ser ajudado, sem o risco de serem punidos.
5- a mídia é manipuladora e, mais uma vez, tratou vocês como marionetezinhas.
6- Graças ao mau caratismo a esquerda esta lutando contra a possibilidade de alguem confuso com a sua sexualidade sair assumidamente gay apos uma consulta com psicologo
7- antes de quererem curar gays ou homofóbicos, tratem de curar a ignorância e aprendam a interpretar textos.
O Juiz Waldemar garante, na prática, que psicólogos que ofereçam tratamento para homossexuais não sejam punidos, desde que promovam tais atendimentos de maneira discreta, sem publicidade ou alarde. Para o magistrado, a resolução do CFP proíbe “o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re) orientação sexual” e afeta a “liberdade científica” no Brasil. “E, por consequência, seu patrimônio cultural, na medida em que impede e inviabiliza a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia, qual seja, a sexualidade humana”, acrescenta o magistrado.

Juiz libera “cura gay” e causa perplexidade no Conselho Federal de Psicologia
Decisão judicial chancela as chamadas “terapias de reversão sexual” para homossexuais, de maneira a sugerir a homossexualidade como doença e, consequentemente, autorizando a aplicação da chamada “cura gay”
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vai recorrer da decisão de um juiz da 14ª Vara de Justiça do Distrito Federal que, proferida em caráter liminar (provisório), tem causado perplexidade e gerado reações enfurecidas nas redes sociais. Provocado a se manifestar sobre uma ação popular movida por uma psicóloga (veja vídeo abaixo), o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho manteve os termos da Resolução 01/99 que orientam profissionais de psicologia nos atendimentos sobre orientação sexual, mas errou na interpretação da norma, segundo o CFP. O juiz chancela as chamadas “terapias de reversão sexual” para homossexuais, de maneira a sugerir a homossexualidade como doença e, consequentemente, autorizando a aplicação da chamada “cura gay”.O juiz Waldemar garante, na prática, que psicólogos que ofereçam tratamento para homossexuais não sejam punidos, desde que promovam tais atendimentos de maneira discreta, sem publicidade ou alarde. Para o magistrado, a resolução do CFP proíbe “o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re) orientação sexual” e afeta a “liberdade científica” no Brasil. “E, por consequência, seu patrimônio cultural, na medida em que impede e inviabiliza a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia, qual seja, a sexualidade humana”, acrescenta o magistrado.
A ação foi movida pela psicóloga Rozangela Alves Justino (CRP 1977), que sofreu processo de censura pública no CFP por oferecer tratamento para pessoas que querem deixar a atração por pessoas do mesmo sexo. Graduada em Psicologia no Rio de Janeiro desde 1981, Rozangela diz que a postura do Conselho é “nazista” (veja no vídeo abaixo).
Veja no vídeo:
“Estou sendo discriminada e acusada injustamente. Sempre tive uma afeição muito grande pelas pessoas que vivenciam a homossexualidade. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo eu trato de forma respeitosa”, diz Rozangela, que há 21 anos defende o tratamento para pessoas que o procurem voluntariamente. “Existem muitas pessoas em estado de sofrimento psíquico que, numa revisão de vida, querem a oportunidade de serem apoiadas para sair da homossexualidade.”
