
…que embora esteja em Salvador para tratamento de saúde, ele mantém, contatos e, a sua vontade prevaleceu; o projeto de lei do vereador Jota Batista, nº 03/2017, que criava a implantação de uma defensoria Pública Especializada no atendimento à mulher, vítima de violência doméstica, no âmbito municipal, acabou realmente sendo vetado. Foram 10 votos contra o projeto e apenas 6 a favor.
A desculpa para o veto era que a CME não pode criar leis que onerem o executivo, o executivo é para aprovar leis e fiscalizar o executivo, mas neste caso, o prefeito Robério demonstrou que não está nem aí com o bem estar de suas eleitoras, principalmente aquelas que que sofrem ás escondidas da família e da sociedade, os maus tratos que muitas vezes partem dos próprios maridos que as espancam, batem prazerosamente, e que estas mulheres não tem em Eunápolis uma delegacia especializada na defesa destas indefesas mulheres, parece que o prefeito gosta disto.
Porque a criação deste projeto.
Como radialista e advogado, Jota Batista viu que não existe na cidade uma DEAM, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, isto por falta de competência do Governo do Estado, quando vê a necessidade disto e sabe por estatística, que Eunápolis tem um índice muito elevado destes casos e, por omissão, não instala a devida delegacia, com mulheres delegadas e agentes, mas se preciso, os agentes masculinos darão total segurança, então veio daí o projeto que seria encampado pela Secretaria de ação e de Desenvolvimento Social, que com suas assistentes sociais, psicólogas e outros recursos, poderiam dar a estas mulheres um apoio muito grande, inclusive acompanhando-as à delegacia, se esta secretaria já existe e tem verbas próprias, não haveria então a necessidade de aumento de recursos, já que a atual Secretaria de Ação Social, que já tem funcionários no setor, ficaria até mais fácil esta instalação, mas o prefeito mandou vetar e, 10 dos vereadores que devem favor ao prefeito, todos votaram contra o projeto e a favor do veto, mesmo que o vereador Jota Batista tenha dados todas as explicações em torno do fato. O governo do estado ignora a necessidade de uma DEAM, o prefeito determina o voto em favor das mulheres, mas o mundo feminino sabe que, o vereador tentou, a câmara aprovou e o prefeito vetou. O voto foi em escrutínio secreto, apenas o vereador Querubino Jose de Souza pediu licença e teve de sair mais cedo e na contagem dos votos, atuaram os vereadores Zé Miranda e Arthur Dapé.
O gestor precisa entender que a mulher não escolhe dia e nem hora para ser agredida ou molestada, e que eventualmente, quando necessita acaba não encontrando o auxílio necessário nas delegacias, por não contar um departamento de polícia feminino em Eunápolis…
Uma Delegacia da Mulher iria evitar que vítimas de violência fiquem desassistidas por questões de constrangimentos q passam com os delegados e agentes do sexo masculino…
A sociedade feminina Eunapolitana sente por não ter o olhar necessário pelo gestor em contribuir com tantas mulheres q sofrem violência no nosso município… Não poderia ser vista como algo partidário a implantação da DEAM…
Nação cega e injusta, pois não tem visão e por cima de tudo são guiado por políticos, presunçosos e sem empatia pelo sofrimento alheio, onde vamos chegar com guias como os nossos legisladores eunapolitanos!!!”mandato passa, logo, logo vem a lei da ação e reação.